O LADRAR DO MERDOCK

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Não se assustem com o ladrar do Merdock.
Ele só embirra com polícias, guardas fiscais,
guardas republicanos e outras fardas!...



sexta-feira, 22 de junho de 2007

A LICENÇA DE ISQUEIRO

Este blog tem procurado situar uma época, descrevendo-a e caracterizando-a através de depoimentos, crónicas, documentos e fotografias. Até agora, procurámos, no enquadramento socio-político da época, mostrar a realidade estudantil e as leis e regras que o fascismo impunha.
Nesta 1ª postagem dedicada ao assunto, referiremos duas aberrações que se praticavam na época: a licença de isqueiro e o bilhete de gare! Quer isto dizer que era preciso pagar bilhete para pôr os pés na gare, duma qualquer estação da C.P! Infelizmente não possuímos nenhum exemplar deste último, mas era idêntico ao comum bilhete de comboio.
Na licença de isqueiro (como era popularmente conhecida), pode ler-se "licença para acendedores e isqueiros". E isto significava que, mesmo um qualquer camponês que usasse uma pederneira e um bugalho para acender fosse o que fosse, tinha de ter uma licença... ou sujeitava-se a ser multado!
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Merdock era um cão singular
e deu origem, em Faro,
a uma extraordinária
manifestação de solidariedade
que culminou na sua libertação.
Aqui se relembram
os factos e as personagens
envolvidas.
Veja também o meu blog de poesia