O LADRAR DO MERDOCK

Clicar na imagem de Algarve Ontem
(em cima)


Não se assustem com o ladrar do Merdock.
Ele só embirra com polícias, guardas fiscais,
guardas republicanos e outras fardas!...



terça-feira, 21 de outubro de 2014

TerraLuz

Foi apresentado ontem (Domingo), o livro "TerraLuz", no Club Farense, num programa muito bem organizado e variado. Além das habituais intervenções dos promotores e outras entidade envolvidas, os poetas leram os seus poemas, músicos tocaram a sua música e um rancho folclórico de Monchique lembrou que estávamos no Algarve. Uma bela sessão!

domingo, 12 de outubro de 2014

TERRALUZ

A CASA DO ALGARVE, de Lisboa, vai editar "TERRALUZ", 
colectânea de poetas algarvios.

O livro será apresentado em Faro, no Clube Farense,  
no dia 19 de Outubro, pelas 17 horas,

Eis um poema com que participo:

Esta fotografia é de "Algarve Ontem", ed. Litoral, donde foi extraído o poema.

















LAGAR DE AZEITE

Dizem do modesto ramo de oliveira a paz
e dizem-nos do seu ditoso fruto a luz
que iluminou as noites de reflexão dos gregos.

Só por isto eu teria de louvar o puro azeite,
esse lugar eleito, este lagar de azeite
onde a prensa arrebata a flor dos fluidos
que dão perfil e força às veias da memória.

Também nos dizem do primado do seu reino
de enfrentar o frio, a decrepitude, os rudes sóis
e nos proteger do estertor fatal da morte
graças à excelência dos seus ómega colestróis.

Mas mais que tudo pelo paladar, o gosto antigo
no bacalhau e noutros pratos celebrados,
na sardinha em lata como era nesse tempo,
na caldeirada, nas cavalas, nos charros alimados.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

ESTAS ÁGUAS


segunda-feira, 15 de setembro de 2014

POETAS DO ALGARVE

A obra reúne mais de 50 poetas de todas as sensibilidades e tem 420 páginas.
O livro será apresentado em Faro, no Clube Farense, 
no dia 19 de Outubro, pelas 17 horas, 
e mais tarde em Lisboa, na Academia Recreativa de Santo Amaro, 
no dia 1 de Novembro, pelas 15 horas. 
Pode ser adquirido por correio, pelo preço de 10 euros, 
na sede da Casa do Algarve, Av. de Ceuta, Lote 14 Loja 2, 1350-410 Lisboa 
ou ser pedido através dos telefones 213423240 ou 933423244 

domingo, 31 de agosto de 2014

sábado, 16 de agosto de 2014

MEU LIVRO EM S. PAULO

Vai ser apresentado na Feira do Livro de S. Paulo.
Foi publicado pela Editora Mágico de Oz, do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

O PROFESSOR FORTES

O PROFESSOR FORTES, O MERDOCK E OS SEUS AMIGOS

quinta-feira, 3 de julho de 2014

CONJUNTO MUSICAL

Eram todos Maus ou Péssimos, excepto o Merdock... o Bom!
- o Guerreiro,  o Miguel Ãngelo (que fez de padre e baptizou o Merdok, no recreio dos mais velhos, no Liceu), o Vidal (mata-gatos, o Salvador do Merdok e o seu Protector) e o... esqueci o nome....

sábado, 21 de junho de 2014

NAQUELE TEMPO (2)

 O PIROLITO

Nos anos 50, época do Merdock, o pirolito era das poucas bebidas engarrafadas que existiam no país. Na classe das bebidas não alcoólicas, pouco mais havia, para além de gasosas e laranjadas, todas elas gaseificadas artificialmente. Custava uns dez tostões numa taberna e uns doze, num café. Além da água, continha ácido cítrico, gás carbónico e pouco mais.
O pirolito, muito popular entre os mais jovens, tinha uma particularidade interessante.
A garrafa não tinha uma rolha, propriamente dita. Para cumprir a mesma função havia um berlinde que vedava a saída do líquido e do anidrido carbónico. O berlinde era fortemente empurrado, pela pressão do gás, contra um anel de borracha que se encontrava no gargalo da garrafa. Para abrir, bastava um pauzinho na vertical e uma pancada, de modo a romper a pressão.
Para os mais novos, contudo, o mais importante não era a bebida, mas sim o berlinde. Era muito procurado e era transacionado entre a miudagem, por dois tostões, em vez do tostão que custavam os outros.
Depois vieram bebidas estrangeiras, mais caras, com rótulo reluzente e nome estrangeirado (uma delas a imitar o gosto do pirolito), mas sem lhes "chegar aos calcanhares". E, como quase sempre assim tem sido, o pirolito foi destronado!...

quinta-feira, 5 de junho de 2014

NAQUELE TEMPO

NO TEMPO EM QUE OS GELADOS SE CHAMAVAM SORVETES.
E como se chamava este vendedor de Faro?
Merdock era um cão singular
e deu origem, em Faro,
a uma extraordinária
manifestação de solidariedade
que culminou na sua libertação.
Aqui se relembram
os factos e as personagens
envolvidas.
Veja também o meu blog de poesia