O LADRAR DO MERDOCK

Clicar na imagem de Algarve Ontem
(em cima)


Não se assustem com o ladrar do Merdock.
Ele só embirra com polícias, guardas fiscais,
guardas republicanos e outras fardas!...



segunda-feira, 15 de setembro de 2014

POETAS DO ALGARVE

A obra reúne mais de 50 poetas de todas as sensibilidades e tem 420 páginas.
O livro será apresentado em Faro, no Clube Farense, 
no dia 19 de Outubro, pelas 17 horas, 
e mais tarde em Lisboa, na Academia Recreativa de Santo Amaro, 
no dia 1 de Novembro, pelas 15 horas. 
Pode ser adquirido por correio, pelo preço de 10 euros, 
na sede da Casa do Algarve, Av. de Ceuta, Lote 14 Loja 2, 1350-410 Lisboa 
ou ser pedido através dos telefones 213423240 ou 933423244 

domingo, 31 de agosto de 2014

sábado, 16 de agosto de 2014

MEU LIVRO EM S. PAULO

Vai ser apresentado na Feira do Livro de S. Paulo.
Foi publicado pela Editora Mágico de Oz, do Rio de Janeiro.

quinta-feira, 31 de julho de 2014

O PROFESSOR FORTES

O PROFESSOR FORTES, O MERDOCK E OS SEUS AMIGOS

quinta-feira, 3 de julho de 2014

CONJUNTO MUSICAL

Eram todos Maus ou Péssimos, excepto o Merdock... o Bom!
- o Guerreiro,  o Miguel Ãngelo (que fez de padre e baptizou o Merdok, no recreio dos mais velhos, no Liceu), o Vidal (mata-gatos, o Salvador do Merdok e o seu Protector) e o... esqueci o nome....

sábado, 21 de junho de 2014

NAQUELE TEMPO (2)

 O PIROLITO

Nos anos 50, época do Merdock, o pirolito era das poucas bebidas engarrafadas que existiam no país. Na classe das bebidas não alcoólicas, pouco mais havia, para além de gasosas e laranjadas, todas elas gaseificadas artificialmente. Custava uns dez tostões numa taberna e uns doze, num café. Além da água, continha ácido cítrico, gás carbónico e pouco mais.
O pirolito, muito popular entre os mais jovens, tinha uma particularidade interessante.
A garrafa não tinha uma rolha, propriamente dita. Para cumprir a mesma função havia um berlinde que vedava a saída do líquido e do anidrido carbónico. O berlinde era fortemente empurrado, pela pressão do gás, contra um anel de borracha que se encontrava no gargalo da garrafa. Para abrir, bastava um pauzinho na vertical e uma pancada, de modo a romper a pressão.
Para os mais novos, contudo, o mais importante não era a bebida, mas sim o berlinde. Era muito procurado e era transacionado entre a miudagem, por dois tostões, em vez do tostão que custavam os outros.
Depois vieram bebidas estrangeiras, mais caras, com rótulo reluzente e nome estrangeirado (uma delas a imitar o gosto do pirolito), mas sem lhes "chegar aos calcanhares". E, como quase sempre assim tem sido, o pirolito foi destronado!...

quinta-feira, 5 de junho de 2014

NAQUELE TEMPO

NO TEMPO EM QUE OS GELADOS SE CHAMAVAM SORVETES.
E como se chamava este vendedor de Faro?

domingo, 18 de maio de 2014

REPORTAGEM

POR ESSE RIO ACIMA...
(clicar nas fotos, para aumentar)
os argonautas
GUADIANA ACIMA

ESTA A REPORTAGEM FOTOGRÁFICA POSSÍVEL,
a partir de fotografias 
tomadas por eméritos fotógrafos (não identificados),
ex-alunos (as) do Liceu Nacional de Faro, 
décadas de 50 e 60.  

segunda-feira, 12 de maio de 2014

PASSEIO FLUVIAL

Antigos alunos do Liceu Nacional de Faro (décadas de 50 e 60), 
organizaram recentemente um passeio fluvial, pelo Guadiana. 
Se tivesse sido em 53, 54 ou 55, o Merdock não faltava...
neste transatlântico...com a Espanha à vista!

quinta-feira, 1 de maio de 2014

A TRADIÇÃO DAS MAIAS

maias, ou maios, do Algave

Merdock era um cão singular
e deu origem, em Faro,
a uma extraordinária
manifestação de solidariedade
que culminou na sua libertação.
Aqui se relembram
os factos e as personagens
envolvidas.
Veja também o meu blog de poesia